O Diabo Veste Prada
Meryl Streep demonstrando mais uma vez a excelência de sua carreira com uma personagem inspiradíssima e bastante odiável, Anne Hathaway mostrando a evolução de sua carreira a cada novo prjeto, e Emily Blunt destacando-se mesmo sem ser a protagonista são só alguns dos inúmeros acertos desta adaptação do best seller da escritora Lauren Weisberger.
O maior feito desta adaptação, acredito que seja o fato de que qualquer trabalhador (seja lá qual função ele exerça), facilmente possa se identificar com a situação que a personagem interpretada por Anne Hathaway vive… Afinal, que nunca trabalhou para um chefe mal-humorado e arrogante? Ou em um local que não suportava só para poder criar uma ponte (através dos contatos profissioanais) que servirá de atalho para chegar até os seus verdadeiros objetivos?
O filme não tem o intuito de aplicar uma lição de moral, mas acaba te obrigando a refeltir sobre essa cadeia do mundo profissional (funcionário/chefe), mostrando que para se chegar aonde deseja, é preciso (na maioria das vezes) aturar muitas reclamações, situações absurdas, e fazer diversos sacrifícios. Mas para tudo há um limite, e só que quem pode decidir até onde é válido aturar, é você mesmo!
O elenco é muito bom, e o trio Streep, Hathaway e Blunt é um show à parte! Sobrou até uma pontinha (descartável, por sinal) para a top model Gisele Bündchen, que além de ser péssima atriz - é só assistir Táxi, e comprovar a sua ruindade quando o assunto é atuar - faz qualquer um ter vontade de apertar a tecla “mudo” toda vez que abre a boca para falar inglês).
O Diabo Veste Prada é diversão (inteligente) garantida, muito bom mesmo!
Nota: 9,0/10

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